Por Estela Benetti
28/07/2020

 

A Softplan, de Florianópolis, uma das maiores empresas brasileiras de tecnologia da informação, é um exemplo de que inovar é o melhor caminho, inclusive num setor em que a própria atividade, por si só, já é considerada inovadora. O trabalho focado em várias frentes colocou em evidência este ano a companhia fundada em 1990 por Carlos Augusto de Matos, Ilson Stabile e Moacir Antônio Marafon. A Softplan entrou no ranking das 50 Campeãs da Inovação do Sul do Brasil, elaborado pelo Grupo Amanhã e a consultoria IXL Center for Innovation, Excellence and Leadership, de Cambridge, EUA. É a única empresa do ecossistema de inovação de Florianópolis nesse grupo, ao lado de renomadas multinacionais e outras companhias sólidas da região.

E o Sienge, plataforma tecnológica da Softplan para o setor da construção civil, que é líder de mercado no Brasil, ganhou projeção internacional nos últimos meses ao ser case de estudos em duas instituições de renome internacional no mundo dos negócios: o IBD (International Business Development) Program, da Haas School of Business, da Universidade de Berkeley, Califórnia, EUA; e a IMD MBA, na Suíça. A companhia também se destaca com sistemas para o judiciário, sendo a líder latino-americana nesse segmento, com projeção pelo uso de inteligência artificial. Nos últimos anos, passou a atuar também com soluções na área da saúde.

O diretor de Novos Negócios da Softplan, Guilherme Tossulino, avalia que essa inclusão no ranking de inovação é resultado de várias ações desenvolvidas com o empenho de todos na companhia, incluindo os sócio-fundadores e as equipes que somam quase 2 mil colaboradores.

– O ponto principal é que há quatro anos definimos uma estratégia de inovação pautada em quatro frentes de inovação corporativa e, desde então, estamos investindo sistematicamente nelas. Iniciamos com projetos de intraempreendedorismo para desenvolver um clima organizacional orientado a inovação e mudança; via open innovation, reforçamos nossa presença no ecossistema de tecnologia, participando, contribuindo e trocando experiência com diversos players; e também criamos os venture builders, que são squads independentes das operações do dia a dia para termos mais agilidade e especializar algumas competências na criação de novos produtos e abertura de mercado – explica Tossulino.

Segundo ele, foi estruturada ainda uma área de M&A (fusões e aquisições) para realizar investimento em outras empresas e trazer para a Softplan novos negócios, novos produtos e mercados de uma forma mais ágil.

Leia a matéria completa no NSC Total – Estela Benetti

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